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Email
6 min de leitura
6 de julho de 2026

Como agências ganham receita recorrente revendendo email corporativo

Sua agência já entrega o site, o domínio e o tráfego do cliente. O email dele — que ele vai precisar de qualquer jeito — pode virar mais uma linha de receita recorrente, sem você tocar em servidor.

Todo cliente que contrata um site cedo ou tarde pergunta: "e o email @minhaempresa, como faço?" A maioria das agências responde indicando um terceiro — e joga fora uma receita que já estava na mesa. O modelo de revenda resolve isso: você contrata a caixa no atacado, entrega como parte do seu serviço e fica com a margem.

O modelo em uma frase

Você contrata cada caixa por R$ 9,90/mês na LumaHost e cobra do cliente final entre R$ 25 e R$ 35 por caixa— um preço que continua barato pra ele (o Google Workspace custa ~R$ 35/usuário, valores de julho/2026) e deixa uma margem de 60 a 70% pra você. Dá pra cobrar de dois jeitos:

  • Embutido na mensalidade do site — "manutenção + email profissional" num valor único. Menos atrito, e o email torna o plano mais difícil de cancelar.
  • Item separado — linha própria na fatura ("Email corporativo — 3 caixas — R$ 90"). Mais transparente e escala conforme o cliente contrata caixas novas.

A conta com uma carteira real

Pegue uma agência com 15 clientes ativos, média de 3 caixas por cliente (dono, comercial e financeiro/administrativo):

  • 45 caixas × R$ 9,90 = R$ 445,50/mês de custo
  • 45 caixas × R$ 30,00 = R$ 1.350,00/mês de faturamento
  • Margem: R$ 904,50 por mês — R$ 10.854 por ano de receita recorrente sobre um serviço que os clientes já iam contratar de alguém.

E é receita que cresce sozinha: cliente que contrata funcionário pede caixa nova, e cada site novo que você entrega já nasce com email no pacote.

O que a sua agência NÃO precisa fazer

A objeção clássica é "não quero virar suporte de email". Justo — e é exatamente o que o modelo evita. Ficam com o provedor:

  • Infraestrutura — servidores, armazenamento, backup, uptime. Nada disso encosta em você.
  • Antispam e entregabilidade — filtros, reputação de IP e SPF, DKIM e DMARC configurados por padrão em todas as contas.
  • DNS e configuração — os valores de MX e afins vêm prontos, e o painel verifica se o DNS do cliente está correto.
  • Migração — cliente vindo de outro provedor tem migração via IMAP inclusa, com o histórico preservado.

O que sobra pra você é o que você já faz bem: relacionamento com o cliente e uma fatura mensal. Dúvida técnica? Suporte por WhatsApp em português, direto com a LumaHost.

Como apresentar isso ao cliente

Não venda "caixa de email" — venda o problema resolvido. Três abordagens que funcionam:

  • Na entrega do site: "Seu site novo vai no ar com contato@suaempresa.com.br — orçamento saindo de @gmail derruba a credibilidade que a gente acabou de construir."
  • Pelo custo: "R$ 30 por caixa, tudo incluso e funcionando no celular — menos que a alternativa do Google e sem você ter que configurar nada."
  • Pelo risco: "Se um funcionário sair, o email fica com a empresa — a gente só troca a senha."

Por onde começar

Comece pequeno: ofereça pros 3 ou 4 clientes com quem você tem mais proximidade, valide o fluxo de cobrança e depois inclua o email como item padrão em toda proposta de site. A página de email para agências e revenda detalha as condições — e se a sua agência também sofre com hospedagem dos sites dos clientes, vale conhecer nossos serviços para agências. Garantia de 30 dias e pagamento via PIX, pra testar sem risco.

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